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25 de julho de 2018

Dia Nacional do Escritor

Dia Nacional do Escritor
25 de julho
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O dia do escritor foi criado a partir da década de 60, através de João Peregrino Júnior e Jorge Amado, quando realizaram o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores, a que os dois eram presidente e vice-presidente, respectivamente.

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Escritores presentes aqui no Baú das Histórias e Poemas:

Alexandre de Castro Gomes / Alvaro Ottoni / Ana Maria Machado / André Neves / Andrea Viviana Taubman / Anna Claudia Ramos / Bia Bedran / Bartolomeu Campos de Queirós / Bia Hetzel / Carlos Drummond de Andrade / Cecília Meireles / Celso Sisto / Cléo Busatto / Cris Alhadeff / Cristino Wapichana / Daniel Munduruku / Eliardo França / Elias José / Érico Veríssimo / Eva Furnari / Fábio Monteiro / Fátima Miguez / Fê /  Fernanda Lopes de Almeida / Graça Lima / Guto Lins / Henriqueta Lisboa / Ilan Brenman / Ivan Zigg / Joel Rufino dos Santos / José Paulo Paes / Julio Emílio Braz / Lenice Gomes / Leo Cunha / Lygia Bojunga / Luiz Antônio Aguiar / Manuel Bandeira / Marcelo Xavier / Marcelo Pimentel / Machado de Assis / Manoel de Barros / Maria Mazzetti / Mary França / Mariana Massarani / Marina Colasanti / Marilia Pirillo / Marta Lagarta / Monteiro Lobato / Ninfa Parreiras / Patricia Auerbach / Pedro Bandeira / Ricardo Azevedo / Roger Mello / Rogério Andrade Barbosa / Roseana Murray / Rosinha / Rui de Oliveria / Ruth Rocha / Sérgio Capparelli / Silvana Rando / Sonia Rosa / Sylvia Orthof / Tatiana Belinky / Vinícius de Moraes / Zé Zuca / Ziraldo


2 de abril de 2017

"Eu acredito na fada da Literatura" (Bia Hetzel)


EU ACREDITO NA FADA DA LITERATURA!
por isso insisto em fazer livros para crianças, jovens e adultos
mesmo quando as livrarias estão fechando
mesmo quando as livrarias vendem lanches, badulaques e cadernos de colorir
mesmo quando os governos cancelam lindos programas de leitura
mesmo que os professores ainda não sejam valorizados como deveriam
mesmo que existam pouquíssimas bibliotecas públicas e escolares no Brasil
mesmo que 75% dos brasileiros alfabetizados não sejam capazes de ler um livro


EU ACREDITO NO AMOR E NA VONTADE DE COMPARTILHAR O BELO!
por isso insisto que livros não são caros coisa nenhuma
um livro no Brasil custa atualmente, em média, cerca de 30 reais
um livro pode ser consumido milhares de vezes
um livro não usa bateria, pilhas ou energia elétrica
um livro produz valor sem produzir qualquer resíduo de lixo
um livro pode ser comprado hoje para ser presenteado meses, anos depois, sem perder valor ou se estragar...

QUEM SERÃO AS FADAS que escolherão os livros para presentear seus queridos e, silenciosa e discretamente, contribuirão para manter vivo o sonho de fazer do Brasil um país de leitores?

Bia Hetzel, escritora e editora da Manati
ilustração de Mariana Massarani


3 de julho de 2016

Imagens: Leitura & Livros


Quando navego pela internet, encontro muito material interessante e outros que prefiro nem comentar...
Gosto muito dessas mensagens que as pessoas produzem e que vão se espalhando pela web.
Às vezes, também faço minhas montagens, como esta que está logo acima. Usei o texto do Celso Sisto, retirado do seu livro "Textos e Pretextos sobre a arte de contar histórias".
Inauguro o marcador IMAGENS: LEITURA & LIVROS para compartilhar o que salvo em meu computador com vocês, visitantes do Baú das Histórias e Poemas.












Organizado por Ivanise Meyer®

16 de novembro de 2015

Marcelo Xavier

 
Artista plástico, escritor, cenógrafo, figurinista, autor de livros infantis.
Marcelo Xavier nasceu em Ipanema, interior de Minas Gerais, em 19 de maio de 1949. Viveu por lá até os cinco anos, quando se mudou para Vitória. Passou toda a infância no Espírito Santo e em 1961 veio para Belo Horizonte, onde mora até hoje.
É formado em Publicidade pela PUC Minas e artista plástico autodidata. Já fez muitas coisas na vida. Ilustrou livros, criou e realizou inúmeros projetos gráficos, produziu e dirigiu programas para a televisão, trabalhou em publicidade, com cenografias, figurinos e adereços para espetáculos de teatro, música, dança, carnaval e programas de TV.
O trabalho com ilustração tridimensional, que desenvolve desde 1986, é uma síntese de tudo isso: personagens e objetos de cena são moldados em massa plástica, montados em pequenos cenários e fotografados.
Para saber mais, clique aqui.
 

Livros de Marcelo Xavier
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1986 – A família do som
Apenas projeto gráfico e ilustração, em parceria com Mário Vale. Texto: Nino Stutz.
 

 
1986 – Truques coloridos
Apenas ilustração. Texto: Branca de Paula
 
 
1987 – O dia a dia de Dadá
Prêmio Luís Jardim - O melhor livro de imagens, de 1987, concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; selecionado para o programa “Fome de Livro”, da Fundação da Biblioteca Nacional; selecionado para o PNBE 2005; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; obra indicada ao Prêmio Jabuti Melhor Produção Editorial de Obra em Coleção 1988.
 
 
 
1990 – Tem de tudo nesta rua
Livro altamente recomendável para crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) Melhor Livro Infantil 1990; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; selecionado para o programa “Fome de Livro”, da Fundação da Biblioteca Nacional.
 

1993 – Asa de Papel
Prêmio Jabuti Melhor Ilustrador 1994; Prêmio Ofélia Fontes o Melhor para Crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) Originalidade em Literatura Infanto-Juvenil; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; Selecionado pela Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte – 2005; selecionado para o Programa “Fome de Livro” da Fundação Biblioteca Nacional – 2005; adquirido pela Prefeitura de São Paulo para o programa Minha Biblioteca – 2007; selecionado para o PNBE 2008; eleito um dos dez melhores livros de imagens do Brasil pela IFLA (International Federation of Library Associations), em 2013. A seleção foi feita pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) para o projeto World Through Picture Books, organizado pela própria IFLA; selecionado para o PNBE Educação Infantil 2014.
 

 
1996 – Construindo um sonho
Prêmio de Melhor livro de Imagem pela Associação Brasileira de Escritores; livro Altamente Recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; Prêmio Adolfo Aizen - Livro sem texto - UBE – 1997; obra selecionada para o PNBE 2010.
 
 

1997 – Mitos
Livro altamente recomendável para crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; selecionado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil para o Brazilian Book Magazine 1998, categoria Livros para Crianças; selecionado para o PNBE 1999; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; selecionado pela Secretaria de Educação e Cultura de Vitória – 2005; selecionado para o Programa “Fome de Livro” da Fundação Biblioteca Nacional.
 


 
2000 – Festas
Melhor Livro Informativo – 2000, Prêmio concedido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil; Prêmio Jabuti – 2001, Melhor Ilustração Infantil ou Juvenil, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005, pela Secretaria de Educação e Cultura de Vitória – 2005; selecionado para o Programa “Fome de Livro” da Fundação Biblioteca Nacional
 
♥ 

 
2001 – Crendices e Superstições
Selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; selecionado pela Secretaria de Educação e Cultura de Vitória – 2005; selecionado para o Programa “Fome de Livro” da Fundação Biblioteca Nacional; selecionado pela Fundação Luis Eduardo Magalhães; selecionado para o Programa "Mais Cultura", do Ministério da Cultura/Fundação Biblioteca Nacional.
 
 
 
2002 – Mundo de Coisas
 
 
 
2003 – Se Criança Governasse o Mundo
Livro altamente recomendável para crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – 2003; selecionado para o PNLD-SP/2004; selecionado para o Salão Capixaba – ES/2005; selecionado pela Fundação Luis Eduardo Magalhães e pela prefeitura de Belo Horizonte. Foi o primeiro livro da Editora Saraiva a receber uma versão como aplicativo para iPad.
 
 
 
2004 – Três Formigas Amigas
 
 
 
2006 – TOT
Livro altamente recomendável para crianças pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – 2006. Relançando em versão com CD de áudio em agosto de 2015.

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2008 – Andarilhos
Apenas texto. Ilustração: Alfeu Barbosa.
 
 
 
2009 – Caderno de Desenhos
Registros retirados das gavetas.
 
 
 
2010 – Meu Amigo mais Antigo
Livro altamente recomendável pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – 2011
 
 
 
 
2011 – Tempo Todo
Poesias selecionadas.
 
 
 
2013 - A cara da rua
Reunião de 31 crônicas publicadas entre junho de 2012 e agosto de 2013 no jornal Hoje em Dia. Cada texto é acompanhado de uma ilustração inédita.
 
 
 
 
2015 - A Estranha
Vivências do autor com a cadeira de rodas, companheira desde 2009.
 
 
 
2015 - Apática
“Apática é uma cidade perdida no tempo e no espaço, situada depois do longe mais longe, fora do alcance da mão do mundo. A época é qualquer uma; para seus moradores não importam as horas, os dias ou os anos, absoluta é a indiferença das pessoas do lugar. Lá ninguém sorri ou chora. Não há jardins ou árvores nas ruas, mas há um hotel – o único destaque da cidade. Eis que um forasteiro, de cabelos grisalhos, barba e bigode castanhos e aparência saudável de um jovem viajante, chega para hospedar-se no hotel, trazendo consigo uma mala. Não é uma mala qualquer; ela se destaca na luz do sol, despertando no porteiro do hotel uma terrível curiosidade. Como um sentimento assim nunca lhe ocorrera antes, o porteiro acredita que dentro dela há algo especial. E de fato há. Há uma magia, que faz acordar os sentimentos que os apáticos não sabem o que é sentir”.
 


Vídeo com relatos do Marcelo sobre sua vida, infância, formação e carreira:
 

 
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Organizado por Ivanise Meyer®

1 de agosto de 2015

Mário Quintana


Mário de Miranda Quintana (Alegrete, 30 de julho de 1906 — Porto Alegre, 5 de maio de 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro.

Mário Quintana fez as primeiras letras em sua cidade natal, mudando-se em 1919 para Porto Alegre, onde estudou no Colégio Militar, publicando ali suas primeiras produções literárias. Trabalhou para a Editora Globo e depois na farmácia paterna. Considerado o "poeta das coisas simples", com um estilo marcado pela ironia, pela profundidade e pela perfeição técnica, ele trabalhou como jornalista quase toda a sua vida. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust, Mrs Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e Sangue, de Giovanni Papini.

Em 1953, Quintana trabalhou no jornal Correio do Povo, como colunista da página de cultura, que saía aos sábados, e em 1977 saiu do jornal. Em 1940, ele lançou o seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966, foi publicada a sua Antologia Poética, com sessenta poemas, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus sessenta anos de idade, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1976, ao completar setenta anos, recebeu a medalha Negrinho do Pastoreio do governo do estado do Rio Grande do Sul. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.

Para saber mais sobre Mario Quintana, clique aqui.
 
 
Os Poemas
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…

(Publicado originalmente no livro Esconderijos do Tempo, retirado de Poesia Completa – Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005, p. 469)



Poesia
Impossível qualquer explicação: ou a gente aceita à primeira vista, ou não aceitará nunca: a poesia é o mistério evidente. Ela é óbvia, mas não é chata como um axioma. E, embora evidente, traz sempre um imprevisível, uma surpresa, um descobrimento.

(Do livro “Porta Giratória”, retirado por mim mesmo, do livro Poesia Completa – Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2005, p. 812)



Esperança
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…



Cuidado
A poesia não se entrega a quem a define.



O Batalhão das Letras
Aqui vão todas as letras,
Desde o A até o Z,
Pra você fazer com elas
O que esperam de você…

Aí vem o Batalhão das Letras
E, na frente, a comandá-lo,
O A, de pernas abertas,
Montado no seu cavalo.

Com um B se escreve BALÃO,
Com um B se escreve BEBÊ,
Com um B os menininhos
Jogam BOLA e BILBOQUÊ.

Com C se escreve CACHORRO,
Confidente das CRIANÇAS
E que sabe seus amores,
Suas queixas e esperanças…

Com um D se escreve DEDO,
Que poderá ser mau ou sábio,
Desde o dedo acusador
Ao D do dedo no lábio…

O E da nossa ESPERANÇA
Que é também o nosso ESCUDO
É o mesmo E das ESCOLAS
Onde se aprende de tudo.

Com F se escreve FUGA,
FRADES, FLORES e FORMIGAS
E as crianças malcriadas
Com F é que fazem FIGAS.

O G é letra importante,
Como assim logo se vê:
Com um G se escreve GLOBO
E o globo GIRA com G.

Com H se escreve HOJE
Mas “ontem” não tem H…
Pois o que importa na vida
É o dia que virá!

O I é a letra do ÍNDIO,
Que alguns julgam ILETRADO…
Mas o índio é mais sabido
Que muito doutor formado!

Com J se escreve JULIETA,
Com J se escreve JOSÉ:
Um joga na borboleta,
O outro no jacaré.

O K parece uma letra
Que sozinha vai andando,
Lembra estradas, andarilhos
E passarinhos em bando…

O L lembra o doce LAR,
Lembra um casal à LAREIRA!
O L lembra LAZER
Da doce vida solteira…

Com M se escreve MÃO.
E agora vê que engraçado:
Na palma da tua mão
Tens um M desenhado!

N é a letra dos teimosos,
Da gente sem coração:
Com N se escreve – NUNCA!
Com N se escreve – NÃO!

Outras letras dizem tudo.
Mas o O nos desconcerta.
Parece meio abobalhado:
Sempre está de boca aberta…

Quem diz que ama a POESIA
E não a sabe fazer
É apenas um POETA inédito
Que se esqueceu de escrever…

Esse Q das QUEIJADINHAS,
Dos bons QUITUTES de QUIABO
Era um O tão mentiroso
Que um dia criou rabo!

Os RATOS morrem de RISO
Ao roer o queijo prato.
Mas para que tanto riso?
Quem ri por último é o gato.

Acheguem-se com cuidado,
De olho aceso, minha gente:
O S tem forma de cobra,
Com ele se escreve SERPENTE.

É o T das TRANÇAS compridas,
Boas da gente puxar;
Jeito bom de namorar
As menininhas queridas…

O U é a letra do luto!
O U do URUBU pousado
Nas negras noites sem lua
Num palanque do banhado…

Este V é o V de VIAGEM
E do VENTO vagabundo
Que sem pagar a passagem
Corre todo o vasto mundo.

Era uma vez um M poeta
Que um dia, em busca de uma rima,
Caiu de pernas pra cima
E virou um belo dábliu!
Coisa assim nunca se viu,
Mas é a história verdadeira
De como o dábliu surgiu…

Com um X se escreve XÍCARA,
Com X se escreve XIXI.
Não faças xixi na xícara…
O que irão dizer de ti?!

Ypsilon – letra dos diabos,
Que engasga o mais sabichão!
Por isso o povo e as crianças
A chamam de “pissilão”…

O Z é a letra de ZEBRA,
E letras das mais infames.
Com um Z os menininhos
Levam ZERO nos exames.

E todas as vinte e seis letras
Que aprendeste num segundo
São vinte e seis estrelinhas
Brilhando no céu do mundo!

 

 Para ler outros poemas, clique aqui.
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