Baú das Histórias e Poemas é um blog educacional com sugestões de textos que podem ser usados em atividades escolares. Iniciado em 21/04/2010.

27 de junho de 2015

Livros Infantis e Juvenis com Protagonistas Negros e Contos Africanos (parte 2)

Sugestões - Parte 2
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Pesquisei sugestões de livros infantis e juvenis que tragam protagonistas negros. Encontrei diversos livros sobre contos africanos bem legais! E é esse trabalho que compartilho com todos os leitores do Baú das Histórias e Poemas.
As sinopses foram copiadas dos sites das editoras e de livrarias virtuais.
Como a postagem ficou muito grande, dividi em parte 1 e parte 2.

♥♥♥
 
 
Mãe África - Celso Sisto (Ed. Paulinas)
Uma rica coletânea de histórias africanas feita em ampla pesquisa, com o objetivo de ressaltar a diversidade de etnias do continente africano. Celso Sisto selecionou 22
 histórias originárias de diversos lugares da África, procurando privilegiar histórias ainda não publicadas em português.
O livro é uma festa plural de cores, nomes, belezas, sabores, feitos e fantasias africanas, os quais exercem muita influência na cultura brasileira.
 
 
 
Batu, o filho do rei - Celso Sisto (ed. DCL)
Zemene é um corajoso guerreiro que, voltando de uma de suas caçadas, encontra o jovem Batu preso numa caverna. Para salvá-lo, o guerreiro enfrentará um grande perigo e, junto com seu novo amigo, seguirá numa longa jornada de volta ao reino. Baseado em um conto popular da Etiópia, Batu, o filho do rei narra uma história de amizade, coragem e confiança.
 
 
 
A dona do fogo e da água - Celso Sisto (ed. Mundo Mirim)
O que é essencial na vida? O que a torna plena? Inspirado na alegoria 'Sapatá se esquece de trazer a água para a Terra', originária da cultura africana, 'A dona do fogo e da água' é um conto que relata a briga de dois irmãos, filhos do Rei do Universo. Uma briga que provocou caos e terror na Terra. A obra visa provocar reflexões sobre responsabilidade, ética e sobre o que é essencial e supérfluo na vida.
 
 
 
Lebre que é lebre não mia - Celso Sisto (Escala Educacional)
Celso Sisto recupera quatro contos africanos em uma linguagem divertida e atual. Muito populares na África, as histórias reunidas aqui têm como personagem principal uma lebre ágil e esperta que sempre acaba conseguindo o que quer. Por meio dessas fábulas, o leitor se encantará com o universo cultural que faz da África um continente especial e múltiplo.
 

 
O acaçá de cada um - Celso Sisto (Galera Record)
Neste livro, Celso Sisto reuniu histórias que fogem um pouco desse padrão do final feliz e do 'foram felizes para sempre'. A violência, a crueldade, a vingança, a desmedida, a esperteza, por mais que sejam considerados negativos e maus exemplos, fazem parte da vida também. As histórias africanas não ignoram isso, afinal, contar também é uma maneira de chamar a atenção, de denunciar, de colocar todo mundo pra pensar (e, quem sabe, debater?).
 
 
 
Duula a mulher canibal - Rogério Andrade Barbosa (ed. DCL)
Uma terrível seca transformou a jovem Duula num ser animalesco, selvagem e canibal, que persegue suas vítimas sem trégua no árido território africano. Extraído da tradição oral africana, esse conto guarda curiosas semelhanças com fábulas conhecidas de todos, como João e Maria e Chapeuzinho Vermelho, e revela um pouco da África.
 
 
ABC do continente africano - Rogério Andrade Barbosa (Edições SM)
A África tem muitas caras - exótica e misteriosa, perigosa e cruel, triste e explorada. Mas ela é muito mais do que isso - é o lugar de origem do homem, um lugar cheio de história e de cultura. Porque o Baobá é chamado de mãe? Porque o Nilo é conhecido como o rio da vida? As muitas religiões, as cidades populosas, os vilarejos, os grandes líderes, os mitos e as cores, são estas as outras Áfricas que este livro revela.
 
 
 
Histórias africanas para contar e recontar - Rogério Andrade Barbosa (Ed. do Brasil)
Histórias para ler, contar, se divertir e conhecer um pouco dos costumes africanos onde os animais fazem parte do imaginário popular, e as fábulas e os contos são ouvidos pelas crianças em volta da fogueira enquanto o velho inventa sons para enriquecer as fantásticas narrativas.
 
 
 
Três contos africanos de adivinhação - Rogério Andrade Barbosa (Ed. Paulinas)
A proposta de Três contos africanos de adivinhação - além de recontar três narrativas recolhidas da literatura oral nigeriana - é de interagir com o leitor, desafiando-o a solucionar os enigmas apresentados às personagens, antes do desfecho das histórias.  Os textos são resgates de narrativas africanas - marca registrada do autor que trabalhou como voluntário da ONU na Guiné-Bissau -, cuja literatura tem como um dos propósitos transmitir ensinamentos de ética para uma boa convivência.



 
Contos africanos para crianças brasileiras - Rogério Andrade Barbosa (Ed. Paulinas)
Pesquisas do autor sobre o universo da literatura tradicional do continente africano renderam esses dois contos de animais: a eterna luta entre o gato e o rato e o porquê de os jabutis terem os cascos rachados. Com eles, as crianças podem entender melhor nossa pluralidade e a diversidade cultural. Prêmios: Academia Brasileira de Letras - Prêmio Literatura Infanto-juvenil (2004) Altamente Recomendável FNLIJ - Categoria Reconto (2004).
 

 
Gosto de África - Joel Rufino dos Santos (Ed. Global)
Histórias daqui e dá África, contando mitos, lendas e tradições negras. Com um olhar crítico e afetuoso, fala também de personagens da História do Brasil e de um tempo de escravidão, luta e liberdade, nos ajudando a compreender melhor nossa cultura.
 
 

O mundo no Black Power de Tayo – Kiusam de Oliveira (ed. Peirópolis)

Tayó é uma menina negra que tem orgulho do cabelo crespo com penteado black power, enfeitando-o das mais diversas formas. A autora apresenta uma personagem cheia de autoestima, capaz de enfrentar as agressões dos colegas de classe, que dizem que seu cabelo é 'ruim'. Mas como pode ser ruim um cabelo 'fofo, lindo e cheiroso'? 'Vocês estão com dor de cotovelo porque não podem carregar o mundo nos cabelos', responde a garota para os colegas. Com essa narrativa, a autora transforma o enorme cabelo crespo de Tayó numa metáfora para a riqueza cultural de um povo e para a riqueza da imaginação de uma menina sadia.



 

Rapunzel e o Quibungo - Cristina Agostinho (Mazza Edições)
Era uma vez uma linda princesa... Era uma vez um príncipe encantado que vivia num lindo castelo...Assim começa a maioria dos contos de fadas clássicos, que alimentam a fantasia infantil geração após geração. Porém, pelo fato de seus criadores serem europeus, desde as primeiras publicações no Brasil, estabeleceu-se o pressuposto dos personagens brancos. Já nas capas e ilustrações, que constituem o primeiro elemento de aproximação entre a criança e o livro, entrevemos a entrada num universo que privilegia esse segmento étnico e, a partir daí, as próprias escolas que adotam esses livros integram e perpetuam essa preponderância, que afeta diretamente a auto estima das crianças não brancas. Mas... e se Perrault, Andersen e Grimm tivessem nascido no Brasil? Como seriam os seus contos? É sob essa perspectiva que Ronaldo Simões Coelho e Cristina Agostinho, com sua larga vivência na literatura infantil, recontam essas histórias, ambientando-as nas diversas regiões do nosso país, transformando personagens que nada têm de brasileiros em seres com nosso rosto e nossa pele, enfrentando monstros e bruxas do nosso imaginário cultural.




 

Pretinha de Neve e os Sete Gigantes – Rubem Filho (ed. Paulinas)
Em Pretinha de Neve e os sete gigantes, Rubem Filho reinterpreta o conto de fadas Branca de Neve e o sete anões e o transporta para outro espaço - o continente africano -, adaptando os elementos do conto aos hábitos e costumes daquela região. Além disso, a história transita por outros contos de fada, apresentando elementos peculiares desses textos (o capuz de Chapeuzinho Vermelho, a casa dos Três Ursos de Cachinhos Dourados). Sem chegar à paródia, o autor estiliza o conto clássico, revestindo-o com linguagem moderna, diálogos "descolados" e permeados com boas doses de humor.
 

 
Que cor é a minha cor? – Martha Rodrigues (Mazza Edições)

Griot é o contador de histórias africano que passa a tradição dos antepassados de geração em geração. O objetivo dessa coleção é trabalhar a identidade afrodescendente na imaginação infantil. E é justamente à imaginação que esses livros falam a partir de uma composição de textos curtos e poéticos, associados a ilustrações. Modo lúdico de reforçar a autoestima da criança a partir da valorização de seus antepassados, de sua cultura e de sua cor.




Uma princesa nada boba - Luiz Antônio (ed. Cosac Naify)
A protagonista deste livro se indaga por que ela não podia ser igual a uma princesa e vai até a casa da avó com este questionamento na ponta da língua. A menina vive então uma transformação ao descobrir a história de princesas africanas que existiram de verdade e até vieram para o Brasil. Explorando elementos da cultura africana, Luiz Antonio busca falar da busca da identidade nesta obra.
  ♥
 
 
O que há de África em nós – Walter Fraga (ed. Salamandra)
 O que há de África em nós é um livro de viagens. Os personagens atravessam o oceano Atlântico, visitam outros períodos históricos, embarcam em navios e chegam a lugares e situações diferentes. Cecília, Camila, Akin, Chico, Isabel e Alice são alguns dos viajantes a nos guiar nessa incrível história sobre a presença africana no Brasil.


 
Os viajantes e o sonhador - Lenice Gomes (Ed. Paulus)
Mafu é um jovem guerreiro que deseja viver suas próprias histórias. Destemido, ele encontra em seu caminho o Sonhador e outros companheiros igualmente destemidos e habilidosos. Juntos eles vivem muitas aventuras e descobrem a força que têm a amizade e o amor.
 
 
 
Kofi e o menino de fogo - Nei Lopes (ed. Pallas)
Kofi é um menino africano que, certo dia, encontra-se frente a frente com um menino europeu... e ambos têm que lidar com idéias preconcebidas presentes na sociedade em que vivem. O livro traz, adicionalmente, informações sobre Gana, o país onde se passa a história. Excelente ponto de abertura para estudos sobre a África, esse país tem alguns aspectos de particular importância, como o fato de ter sido a porta de entrada dos europeus no continente no século XV e o de ter sido marcado pela atuação de seus líderes no movimento pela independência dos países africanos no século XX.
 
 
 
Cadê Clarisse - Sonia Rosa (Editora DCL)
'Cadê Clarisse?' Estará debaixo da mesa, mexendo no rádio, ou ainda dentro do armário? Quando ela se põe a engatinhar pela casa, sua mãe fica maluca à sua procura. Convidamos você a brincar com a pequena Clarisse pelas páginas deste livro e descobrir onde ela foi parar...
 
 
 
Alice vê - Sonia Rosa (Editora DCL)
A pequena Alice está desvendando o mundo, as sensações, os cheiros, as pessoas. E vê tudo com um olhar especial, à sua maneira: uma praça que abraça brinquedos e crianças, carros conversando animados na rua... Aceite o convite dessa garotiha esperta e descubra você também como Alice vê!
 
 
 
Como é bonito o pé do Igor - Sonia Rosa (Editora DCL)
Quando o Igor nasceu e seus dedinhos balançaram pra lá e pra cá, todos puderam notar como era bonito o seu pé. De bebê virou menino e de menino, um rapagão, e até hoje por onde passa tem sempre alguém que diz: como é bonito o pé do Igor!
 
 
 
Rosa Morena - Iris Borges (Ed. Callis)
Uma menina encantadora, Rosa Morena tem uma infância repleta de alegria e energia. Curiosa, ela descobre o mundo ao seu redor. Delicada, ela vive cercada de muito amor e afeto.
 
 
 
A África de Dona Biá - Fábio Gonçalves Ferreira (Cedic)
O que sabemos sobre África? Quantas coisas cabem naquele continente mágico, misterioso e desafiador? Acompanhe Ana em uma viagem colorida pelas histórias encantadoras de D. Biá. Por meio dessas histórias, uma África pouco conhecida será revelada. Terra de inúmeros heróis, de reinos fantásticos, de invenções incríveis. Para Ana, nunca mais o continente africano e seus povos foram os mesmos, e ela ainda descobriu o quanto de nós nasceu para aqueles lados do oceano.
 
 
Organizado por Ivanise Meyer®
 



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